sexta-feira, julho 24, 2009

Fluent: The Social Influence Marketing Report

Divulgado nos últimos dias, Fluent é um relatório completo, e não só a opinião de um grupo de meninos, realizado pela Razorfish, uma das maiores empresas de marketing interativo do mundo. Mais do que o um relatório sobre dados de crescimento da internet e blá, blá, blá, o relatório descreve o novo consumidor e a relação que sua marca deve ter com ele.


"Sua audiência está evitando seus comerciais de TV com DVR. Eles estão falando sobre seus produtos no Twitter. Eles estão "chatting" sobre você no Facebook. Eles estão procurando por você no Google. Num mundo que está crescendo empurrado pelas redes sociais, monitores conectados, um controle cada vez menor das marcas, tudo o que interessa é a história que os consumidores falam sobre sua marca - o valor de sua marca, em 140 caracteres ou menos. É uma boa história? Uma história ruim? Ou simplesmente não tem história alguma?"

"O que você diz - ou sua agência diz - sobre sua marca ou produto interessa pouco para seus consumidores. O que interessa mais para eles é o que sua marca faz."

Este é o início do relatório que você pode ler completo aqui.

Leia também:
O mundo em busca de informação confiável

Abundância de informações = Falta de Foco

"Meu nome é @beeck e estou twitando há 560 dias." Essa é umas das piadas mais comuns no Twitter. Fazendo uma analogia ao vício que o Twitter provoca. Mas esta é apenas uma das diversas formas que nos mantém conectados o tempo todo.
Escrevi no post anterior que nos orgulhamos de ser uma geração "multitarefada", conectada, mas tudo isso tem um preço. O mais evidente seja a perda de FOCO.
Em busca de uma maior eficiência buscamos informações das mais diversas fontes. Mesmo que seja "informação relevante", excesso delas garante uma maior eficiência? O Twitter sem dúvida hoje funciona como um filtro, além disso tem e mails, rss, msn, Google Reader, celular, sms.
Essa nova geração já nasceu multitarefada. Trabalham em projetos e estudam ao mesmo tempo que navegam na internet, comem e conversam (chat) com seus amigos. Multitarefadas, porém sem auto disciplina.
Tudo-ao-mesmo-tempo-agora funciona na verdade como distrações e nos tiram a atenção e não faz a mínima diferença na resolução de um projeto de trabalho ou pessoal.
Para conseguir desenvolver e finalizar um projeto é necessário se desconectar.
Estou mudando a minha forma de montar um projeto ou até mesmo de escrever no blog. Desligo a internet, msn, não abro o Twitter e começo a escrever o post no papel. 100% focado naquilo que tenho que fazer.
A qualidade é o diferencial, não o excesso de informação. Acesso a informação todos nós temos. O que fazer com ela é que difere o "caçador de tendências" para o "criador de conceitos". Somente com FOCO conseguiremos distinguir as infomações importantes, das distrações que não param de surgir.

segunda-feira, julho 20, 2009

Nirvana vs Rick Astley - Never Gonna Give Your Teen Spirit up

O DJ alemão Morgoth é conhecido por criar mashup's em uma noite chamada "Mashup Your Bootz". Desta vez, ele uniu Nirvana com Rick Astley em "Never Gonna Give Your Teen Spirit Up".
O ritmo é perfeito, mas talvez não agrade nem aos fãs de Rick Astley e muito menos os de Curt Cobain... Imperdível.

sábado, julho 18, 2009

O mundo em busca de informação confiável

Mais interessante do que o próprio relatório do garoto (post anterior), é analisar os motivos de tanta repercussão.
Como pode, um banco de investimentos pedir uma análise de comportamento de consumo de mídia para um garoto de 15 anos e utilizar esse documento como uma nova Bíblia?
Porque executivos de várias partes do mundo ficaram tão impressionados com o conteúdo a ponto de solicitar o relatório completo ao Morgan Stanley?
Porque a mídia deu tanto espaço e divulgação para este documento?
Esses pontos foram levantados pela jornalista do Guardian, Jenna McWilliam em seu artigo analisando a repercussão do relatório.
O fato é que estamos perdidos diante da abundância de informações que estamos tendo acesso. Nunca foi tão fácil receber informação. Nos orgulhamos em ser multimídia, de ser conectados 24 horas por dia, de saber o que está acontecendo no mundo antes do mundo saber. Isto tudo tem um preço.
O que está certo ou o que é somente a opinião de uma pessoa? Temos tanta informação que não sabemos qual delas é realmente a mais confiável ou verdadeira. Ninguém está entendendo nada e buscamos alguma fonte que resuma ou explique o que está realmente acontecendo - mesmo que esta fonte seja um garoto de 15 anos.Isso acontece especialmente com os mais velhos ou com aqueles que se sentem desatualizados sobre este tipo de informação.
Por esta razão que blogs e Twitter, assim como o fortalecimento de redes socias, tem funcionado muito bem como filtros dessa enxurrada de informações.
Nesta mesma semana a Nielsen Online divulgou uma pesquisa sobre a força do boca a boca on line e da influência cada vez mais forte da propaganda veiculada na Internet.
Isso é que faz com que um relatório como este gere tamanha repercussão.
Ele sintetizou, sob o SEU ponto de vista, o que os jovens pensam e consomem. Isto não quer dizer que seja totalmente verdadeiro, mas ajuda no entendimento da massa que tem muita informação para consumir.
Uma outra pergunta surge: E se o garoto que escreveu o relatório estiver tão perdido quanto qualquer outro?

quinta-feira, julho 16, 2009

Um garoto diz e o Morgan Stanley repete: Twitter não é para jovens

O banco de investimentos Morgan Stanley pediu ao garoto Matthew Robson, de 15 anos, para escrever um relatório dos hábitos de mídia dele e de seus amigos. O resultado gerou tanto interesse que foi publicado na primeira página do Finacial Times nesta semana.
No relatório, Matthew foi enfático que o Twitter não é interessante para os jovens porque ninguém tem interesse em ver o perfil deles e nem se interessa pelos seus tweets. Segundo divulgado no Link, o “Ibope Nielsen Online confirma a realidade. Enquanto cerca de 26% dos usuários do Twitter no mundo têm entre 18 e 49 anos, os twitteiros com idades entre 12 e 17 anos têm presença de apenas 8% entre os integrantes da rede de microblogging”.
Um dos pontos colocados no debate do Link é que os jovens não estão interessados em escrever o que pensam, “para eles é mais divertido observar fotos e conversar diretamente com amigos (além de serem vistos) do que utilizar o twitter, ferramenta para expressar idéias e pensamentos.” – foi um dos comentários.
Será? O relatório gerou um grande interesse em gerentes e CEOs que entraram em contato com o banco pedindo o relatório completo. Tenho minhas dúvidas em aceitar de olhos fechados não só o que muitas pesquisas mostram e muito menos no que é escrito apenas por 1 garoto. Vou escrever mais sobre isso em um outro post.
Fora a questão do Twitter, o relatório não apresentou grandes novidades. Mas vale a pena dar uma lida no resumo dos principais pontos .

TV, rádio, jornal, outdoor

A chamada mídia tradicional está perdendo espaço para as “novas mídias”. Até aí nenhuma novidade. O interessante são as razões para essa afirmação:
- o conteúdo destes veículos não podem ser divididos imediatamente com os amigos.
- a falta de tempo para assistir toda a programação, faz com que eles procurem opções mais resumidas daquele conteúdo.
- um claro exemplo é o hábito reduzido da leitura de jornais. Os jovens, segundo Matthew, procuram por jornais gratuitos (como Metro e Destak) que resumem de maneira dinâmica as principais notícias e são distribuídos de graça.
- o interesse pelo conteúdo produzido pela TV é sazonal, de acordo com o lançamento de uma nova temporada das séries de interesse. Já os meninos acompanham principalmente a temporada de futebol e os programas que discutem a rodada, tipo mesas redondas. Com o aumento das TV digitais eles podem ainda gravar o conteúdo e assistir quando quiserem sem o inconveniente de intervalos comerciais.
- preferem ouvir música na internet (Last.fm) pois não tem intervalos comerciais e podem escolher o estilo de música preferido.
- simplesmente ignoram os outdoors (billboards) a não ser que seja sobre filmes ou games, ele citou o exemplo de uma campanha do GTA IV.

Internet
Poucos hábitos sobre a internet são diferentes daqueles já confirmados em nosso dia a dia.
A principal diferença está na questão do Twitter. Além disso, Matthew reforçou que banners e pop ups estão mortos e se interessam bastante por campanhas virais que são atrativos por ter humor e conteúdo relevante.
Combinam um série de redes sociais, sendo o Facebook o mais popular entre seus amigos, acessando uma média de 4 vezes na semana. Por aqui é bem diferente e o Orkut ocupa esta posição de liderança.
YouTube, Google fazem parte da rotina e fazem poucas compras na internet, pois não tem cartão de crédito.

Celular, Computador
Aqui a questão financeira falou mais alto.
Como toda relação mobile pressupõe um desembolso e pelo visto na Inglaterra as taxas são mais altas que as daqui, eles não gastam muito com aparelhos celulares. Suas contam são pré pagas, não tem interesse em investir em lançamentos caros pois podem perder o aparelho, não baixam wallpapers por não enxergarem valor, usam Bluetooth para poder trocar conteúdo de graça (principalmente música) e procuram por ambientes Wi-Fi para navegar na internet sem ter o gasto do pacote de dados…
Todos tem acesso a computador com internet e usam os softwares, como Microsft Office, apenas para fazer as lições de casa. Usam prioritariamente PC, porque Mac é mais caro e os PCs são compatíveis aos usados na escola.

Todo o relatório aqui.

quarta-feira, julho 15, 2009

Realidade Aumentada no Metrô de Nova York

Já foi o tempo que o telefone não tinha sinal nas estações de metrô...
A Acrossair desenvolveu o primeiro aplicativo para o novo iPhone 3GS utilizando a Realidade Aumentada para ajudar na identificação e localização das estações do Metrô de Nova York. Quem já andou no metrô em Nova York vai entender o valor deste aplicativo.
Os mapas em papel que até agora eram a melhor solução para salvar a vida dos passageiros poderá dar lugar para este aplicativo.
Ao iniciar, a indicação de cada estação salta na tela do iPhone, assim como informação sobre a direção e a distância que você está de cada uma delas.
A empresa já desevolveu o mesmo aplicativo para o metrô de Londres e ainda está procurando por Beta Testers em Nova York, São Francisco, Chicago, Washington DC, Paris, Tokio, Berlim, Madrid e Barcelona. Assim que a Apple autorizar, o aplicativo será vendido no iTunes Store.




Quem souber como isso funciona, por favor me explique!
via @BBHLabs

Outras sobre Realidade Aumentada (aqui)

terça-feira, julho 14, 2009

Stop Motion à Laser ou Grafitado - você escolhe

Filmes em animação utilizando stop motion entrou definitivamente na lista das técnicas mais disseminadas pela internet. Isso só estimula novas produções e novos artistas desenvolverem suas criações.
Desde produções feitas por reconhecidos artistas como PES, passando por alunos de design e até artistas plásticos, os filmes aparecem por todos os lados. Seja para divulgar novas músicas, marcas internacionais ou simplesmente como expressão artística, esta técnica não está perto de ser esgotada.

Nos últimos meses fiz alguns posts sobre Stop Motion - todos aqui.

Recentemente vi estes dois filmes: Um utilizando impressoras a laser da HP, outro com graffitti.
O primeiro foi produzido por alunos do curso de Design Communication da Kingston University em resposta ao briefing da HP.



Este outro foi todo grafitado pelas ruas de Buenos Aires. Além de ter dado um trabalhão, o roteiro é uma piração.

Mais do que 5 lições

Hoje em dia blogs como o meu publicam diversos vídeos como este que estou postando.

"5 lessons in Youth Marketing"



Anotaram as lições?
1- Você tem que estar onde eles estão
2- Crie. Não patrocine eventos.
3- Seja uma "Social Fabric"
4- Venda comunidade (relacionamento), não produtos.
5- Crie um legado, não propaganda.

Óbvio? Nem tanto. Difícil de realizar? Bastante.

Assim como este vídeo, pesquiso apresentações no Slide Share, sites de tendências, estudos e pesquisas sempre procurando por informações e insights que possam me auxiliar no planejamento das marcas que eu trabalho e das que eu gostaria de trabalhar. Mas isto não é um previlégio meu, está tudo disponível na internet.
As informações vem do Twitter, por e mail, por indicação ou por uma simples busca aleatória. E tudo de graça (mas isso é assunto para outro post).
Isto não é novidade, ou pelo menos não deveria ser. Porém o que me impressiona é a dificuldade que algumas marcas encontram para conseguir atingir ou implementar essas "tendências".
Muitos gerentes de marca e diretores vivem dentro da roda viva de reuniões e a agenda corporativa os envolvem de tal forma que os distanciam desta nova realidade. Até que um dia, eles são impactados por um destes "blockbusters videos" (para usar uma expressão antiga), e tem a brilhante idéia de realizar o mesmo com a sua marca.
O que encontramos pelas ruas são idéias sendo reduzidas ou o conceito inicial sendo minimizado e perdendo o formato original. Muitas vezes isso acontece porque o líder do projeto não consegue mover o sistema na mesma direção. Não consegue mover sua diretoria, seu departamento de compras, sua área de vendas ou seus promotores de loja.
Mais do que informação, que está disponível para todos, os líderes das marcas precisam conhecer as características de sua marca, seus consumidores e como apertar todos os parafusos da engrenagem corporativa.
Um vídeo só não basta.

sexta-feira, julho 10, 2009

FlickerNight - Encontro de fotos e fotógrafos

Uma das melhores oportunidades que vejo em comunidades e redes sociais é poder conhecer e compartilhar experiências com quem você nunca encontrou ou poderia encontrar. Seja para fins profissionais ou interesses pessoais, a troca de informação e de conteúdo é o que mais me fascina.
Encontros entre os participantes de redes sociais, como o #NOB (Nerd on Beer), que já foi tema de matéria do Fantástico (aqui), ou o PhotoChopp, estão ficando cada vez mais frequentes.
Para reunir não só fotografias mas também fotógrafos "Flickeristas", rolou no dia 9 de junho a FlickrNight no Sonique, que reuniu uma galera que curte fotografia, mas que não se conhecia pessoalmente.
O encontro virou matéria no programa Urbano do Multishow e contou com a participação do grande Fabio Fagu, criativo da Future Group, apaixonado por fotografia. Aliás o cara manda bem! Da uma olhada.



Algumas fotos do Fagu.

quarta-feira, julho 08, 2009

Nike Sportswear T-Shirt Gun

Que tal levar um "tiro" de uma camisa da Nike? Uma evolução do tradicional "paint ball".



As armas de camisas estão esgotadas. Mas foram vendidas por US$1.500...

"Free" - Novo livro de Chris Anderson


Chris Anderson, editor da Wired e autor do Best Seller "The Long Tail", acabou de lançar seu novo livro "Free: The Future of a Radical Price", onde o autor defende que vários setores terão que repensar seus modelos de negócio para se manter competitivo em um mercado cada vez mais repleto de concorrentes gratuitos.
Em março de 2008 fiz um post sobre a matéria de capa da Wired "Free - Why $0,00 is the future of business" onde Andersen já apresentava a base de seu lançamento.

A publicação deste novo livro já está causando controvérsias no mundo acadêmico, que questionou o fato do autor ter reproduzido em seu livro trechos inteiros da "Wikipedia" sem dar os devidos créditos e entre autores como Malcolm Gladwell (Blink, Outliers, The Tipping Point) que fez uma dura crítica entitulada "Priced to sell" no New Yorker e de Seth Godin escrevendo em seu blog o post "Malcolm is Wrong" discordando de Gladwell - recomendo a leitura dos dois. Nesta edição da Revista Exame (edição 947) tem também uma crítica sobre o livro e Sérgio Teixeira Jr. parece concordar com Gladwell. Eu concordo com Anderson e Godin.

Seguindo o conceito do livro, Chris disponibilizou uma versão gratuita do e-book e outra com o áudio. O conteúdo em áudio foi dividido em diferentes versões e diferentes valores. Se o interessado quiser ganhar tempo e ouvir uma versão reduzida com os principais conceitos, terá que pagar Us$7.49.
Se quiser ouvir a versão completa com 6 horas de duração pode baixar aqui.

Leia o e-book abaixo:

FREE (full book) by Chris Anderson

terça-feira, julho 07, 2009

Stop Motion com fotos ou Olympus e sua referência

O fotógrafo/ artista japonês Takeuchi Taijin postou em abril deste ano o primeiro "Stop Motion Video", "Wolf and the Pig" feito apenas com fotografias. A idéia além de original, foi super bem executada, atingindo a marca de quase 2 milhões de views no YouTube.



FATO: Quando uma idéia é boa, ela vira referência ou inspiração.

A Olympus criou o segundo "Stop Motion Video" feito apenas com fotografias, "The Pen Story" em homenagem à sua câmera "PEN" que está completando 50 anos. Segundo a Olympus foram tiradas 60.000 fotos, impressas 9.600 cópias em papel e feito sem pós produção.

A Olympus ainda agradeceu aos artistas de Stop Motion que inspiraram na criação deste filme. Será que ele participou na produção do filme?



Uma coisa é certa: com o crescimento das câmeras digitais, a revelação de fotos entrou em grande declínio. Agora já temos duas inspirações para revelar nossas fotos.

Dica do filme japonês do Joca Oliveira.

sexta-feira, julho 03, 2009

Sour 'Hibi no neiro' - Um vídeo com fãs de todo o mundo

Semana passada a BBH NY ganhou Titanium em Cannes com o case de divulgação da nova música/album do Oasis - Dig Out Your Soul.

Veja o case aqui:



A novidade deste final de semana é a divulgação de um novo projeto, agora para o grupo Sour.

O vídeo foi dirigido pelo pessoal da BBH NY e contou com a colaboração de fãs do grupo de diferentes partes do mundo.
Os desafios eram grandes: o projeto tinha uma verba mínima e uma enorme distância entre os integrantes japoneses da banda e os diretores da BBH morando em Nova York.
A solução foi selecionar 80 fãs de diferentes partes do mundo através do site da banda. Cada um deles ensaiou a coreografia, gravou sua parte pela webcam de seus computadores e enviou para a turma da BBH fazer a edição final. Aliás a edição faz toda diferença!

O resultado você vê aqui:



Meu japonês não é muito bom, mas pelo que eu pude entender, a letra da música fala sobre como estimular a individualidade de cada um para fazer a diferença no mundo. A utilização da webcam como recurso para captar o vídeo teve a intenção de registrar a expressão individual de cada um para colaborar em algo maior.

via @BBHlabs

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