BB1 é o carro conceito apresentado pela Peugeot no salão de Frankfurt deste ano.
O design que por anos era a maior atração, está auxiliando as montadoras a dar forma a carros mais "conscientes com o meio ambiente".
O que chama atenção no BB1 não é o simples fato de ser elétrico e sim seu tamanho (2,5 metros de comprimento), suas funcionalidades integradas com seu celular, o teto que capta energia solar e claro, o design.
Não é por acaso que neste filme que apresenta o BB1, as bicicletas são os principais coadjuvantes. O carro busca uma associação direta com versatilidade e mobilidade que uma bicicleta pode dar e as vantagens ecológicas de só um carro moderno tem (ou terá).
Dica do Jr Cabrera
quinta-feira, novembro 26, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
Novos caminhos para a indústria da música - parte II
No início de setembro escrevi sobre novos caminhos para o mercado de música. Este é um novo exemplo que serve também para as marcas que precisam se relacionar de uma forma cada vez mais próxima com seu consumidor.
Os aplicativos para redes sociais estão ganhando cada vez mais espaço e importância como ferramenta de entretenimento e como consequência uma oportunidade de relacionamento com consumidores.
É fato que tudo que gira em torno do negócio da música, como merchandising, ingressos e a própria música, tem um ticket médio baixo. Para ser um negócio rentável, o artista precisa ter muitos fãs consumindo sua música. Apesar de óbvio, este é um grande (se não o maior) desafio para qualquer banda.
O grupo Chester French desenvolveu um aplicativo para seu perfil no Facebook onde incentiva seus fãs a divulgar a banda, recebendo pontos em troca. O formato deveria ser simples de entender e participar. Assim foi feito: quanto maior a divulgação, os fãs ganham mais pontos e trocam por prêmios que incluem música, camisetas e outros itens.

Outro ponto importante considerado pela banda ao desenvolver o aplicativo, foi ter acesso às informações de seus fãs e, a partir delas, desenvolver novas iniciativas.
Neste vídeo o líder da banda conta as razões que levaram o Chester French a desenvolver este aplicativo, em uma rara demonstração de consiciência de como atingir seu público e de como seu mercado está caminhando.
Quando uma banda de rock tem a iniciativa de desenvolver um aplicativo de Facebook para se relacionar melhor com seus fãs, gerando novas formas de receita adicional ao seu negócio, as marcas devem olhar com bastante atenção para este novo caminho e sua rápida cobertura junto aos seus consumidores.
via ReadWriteweb.com
Os aplicativos para redes sociais estão ganhando cada vez mais espaço e importância como ferramenta de entretenimento e como consequência uma oportunidade de relacionamento com consumidores.
É fato que tudo que gira em torno do negócio da música, como merchandising, ingressos e a própria música, tem um ticket médio baixo. Para ser um negócio rentável, o artista precisa ter muitos fãs consumindo sua música. Apesar de óbvio, este é um grande (se não o maior) desafio para qualquer banda.
O grupo Chester French desenvolveu um aplicativo para seu perfil no Facebook onde incentiva seus fãs a divulgar a banda, recebendo pontos em troca. O formato deveria ser simples de entender e participar. Assim foi feito: quanto maior a divulgação, os fãs ganham mais pontos e trocam por prêmios que incluem música, camisetas e outros itens.

Outro ponto importante considerado pela banda ao desenvolver o aplicativo, foi ter acesso às informações de seus fãs e, a partir delas, desenvolver novas iniciativas.
Neste vídeo o líder da banda conta as razões que levaram o Chester French a desenvolver este aplicativo, em uma rara demonstração de consiciência de como atingir seu público e de como seu mercado está caminhando.
Chester French: A Rock Band on Salesforce.com from ReadWriteWeb on Vimeo.
Quando uma banda de rock tem a iniciativa de desenvolver um aplicativo de Facebook para se relacionar melhor com seus fãs, gerando novas formas de receita adicional ao seu negócio, as marcas devem olhar com bastante atenção para este novo caminho e sua rápida cobertura junto aos seus consumidores.
via ReadWriteweb.com
sexta-feira, novembro 13, 2009
O crescimento das lojas (digitais) de música
O mercado de música sofreu uma verdadeira revolução principalmente nos últimos 10 anos em função do avanço da tecnologia. Já vimos diversos exemplos de novos caminhos para onde este mercado está caminhando. Radiohead (quer pagar quanto?), Beatles Rock Band, aplicativos de iPhone, motores de busca para streaming, podcasts e por aí vai.
Estes dados abaixo são uma excelente fotografia de como está o mercado de vendas de música (lojas físicas vs digitais).
Os dados são do mercado americano e foram analisados pela Mint.com (empresa de serviços financeiros).

via BBHLabs
Estes dados abaixo são uma excelente fotografia de como está o mercado de vendas de música (lojas físicas vs digitais).
Os dados são do mercado americano e foram analisados pela Mint.com (empresa de serviços financeiros).

via BBHLabs
quinta-feira, novembro 12, 2009
Nike 10k Argentina - a tendência na prática
Muito se fala, que o mundo está mudando, blá blá blá.
Temos informação de sobra de como a relação do consumidor com as marcas está evoluindo.
O relatório da Razorfish defende que a "experiência (ou ações) de marca é a nova publicidade".
Mas como colocar essas tendências em prática?
A BBDO da Argentina criou para a Nike 10K de Buenos Aires uma ação que integrou internet, Twitter, celular e a corrida em si - no momento em que ela acontecia.
Foram escolhidos 5 corredores, entre eles jornalistas, celebridades e um corredor profissional, para twittar durante a prova.
A partir de um microfone bluetooth as mensagens de voz eram enviadas por celular e ao serem transformadas em texto, foram publicadas no site da Nike+ e no Twitter de cada um dos corredores.
No site ainda foi integrado um mapa onde todos acompanharam em qual parte do percurso da corrida cada mensagem foi enviada.
Um projeto inovador, realizado em um momento em que os participantes não estavam na frente de um computador dentro de casa e sim, participando de uma atividade ao ar livre, se exercitando e ao mesmo tempo conectados.
via Paula Rizzo
Temos informação de sobra de como a relação do consumidor com as marcas está evoluindo.
O relatório da Razorfish defende que a "experiência (ou ações) de marca é a nova publicidade".
Mas como colocar essas tendências em prática?
A BBDO da Argentina criou para a Nike 10K de Buenos Aires uma ação que integrou internet, Twitter, celular e a corrida em si - no momento em que ela acontecia.
Foram escolhidos 5 corredores, entre eles jornalistas, celebridades e um corredor profissional, para twittar durante a prova.
A partir de um microfone bluetooth as mensagens de voz eram enviadas por celular e ao serem transformadas em texto, foram publicadas no site da Nike+ e no Twitter de cada um dos corredores.
No site ainda foi integrado um mapa onde todos acompanharam em qual parte do percurso da corrida cada mensagem foi enviada.
Um projeto inovador, realizado em um momento em que os participantes não estavam na frente de um computador dentro de casa e sim, participando de uma atividade ao ar livre, se exercitando e ao mesmo tempo conectados.
via Paula Rizzo
quarta-feira, novembro 11, 2009
Feed - Novo Relatório da Razorfish
A Razorfish acabou de publicar seu novo relatório sobre "Digital Brand Experience". Leitura obrigatória para todos que trabalham com comunicação de marcas (seja on line ou off line).
O relatório mostra a importância da experiência com as marcas criada a partir da interação digital e que esta experiência não é somente uma "conversa" e sim um estímulo a participação ativa do consumidor na criação, intervindo diretamente nesta relação.

FEED decreta o fim das campanhas puramente baseadas em filmes de 30". Guerras históricas como Coca Cola vs Pepsi, Apple vs Microsoft, serão travadas em um ambiente digital baseadas nas experiências que cada marca conseguir criar com seus consumidores.

O meio digital, sem dúvida, deve fazer parte da estratégia da maioria das marcas de produto de consumo, mas não é a solução de todos os problemas. E este ainda não será o fim de nenhuma outra mídia. Devemos considerar a força de cada um destes meios para planejar de maneira integrada, impactando e criando novos pontos e novas formas de contato com nossos consumidores.
Eles gostam de ser supreendidos, seja on line, off line, no ponto de venda ou através de uma promoção. Se sua mensagem não for coerente, pertinente e consistente com a personalidade de sua marca, não será uma campanha on line que irá salva-la.
Leia aqui o relatório completo, faça download e inicie a discussão.
via Lalai
Atualizando:
A Razorfish acaba de disponibilizar uma apresentação com os principais pontos do relatório.
O relatório mostra a importância da experiência com as marcas criada a partir da interação digital e que esta experiência não é somente uma "conversa" e sim um estímulo a participação ativa do consumidor na criação, intervindo diretamente nesta relação.

FEED decreta o fim das campanhas puramente baseadas em filmes de 30". Guerras históricas como Coca Cola vs Pepsi, Apple vs Microsoft, serão travadas em um ambiente digital baseadas nas experiências que cada marca conseguir criar com seus consumidores.

O meio digital, sem dúvida, deve fazer parte da estratégia da maioria das marcas de produto de consumo, mas não é a solução de todos os problemas. E este ainda não será o fim de nenhuma outra mídia. Devemos considerar a força de cada um destes meios para planejar de maneira integrada, impactando e criando novos pontos e novas formas de contato com nossos consumidores.
Eles gostam de ser supreendidos, seja on line, off line, no ponto de venda ou através de uma promoção. Se sua mensagem não for coerente, pertinente e consistente com a personalidade de sua marca, não será uma campanha on line que irá salva-la.
Leia aqui o relatório completo, faça download e inicie a discussão.
via Lalai
Atualizando:
A Razorfish acaba de disponibilizar uma apresentação com os principais pontos do relatório.
Google Wave
Recebi hoje o convite para o Google Wave (obrigado Yeltsin !).
O que é , pra que serve, se é somente mais uma conta de email, se vai ser mais uma ferramenta de uso diário e viciante ou se vou deixar de lado, vou descobrir (o que não será nenhum problema) e contarei para vocês em breve.
Enquanto não venho com as respostas, vejam um vídeo criado por um estúdio de design solicitando ao Google um convite que explica um pouco o Google Wave.
Outro explicando mais funcionalidades.
O que é , pra que serve, se é somente mais uma conta de email, se vai ser mais uma ferramenta de uso diário e viciante ou se vou deixar de lado, vou descobrir (o que não será nenhum problema) e contarei para vocês em breve.
Enquanto não venho com as respostas, vejam um vídeo criado por um estúdio de design solicitando ao Google um convite que explica um pouco o Google Wave.
Outro explicando mais funcionalidades.
terça-feira, novembro 03, 2009
DewMocracy - Criando a campanha publicitária
O projeto Mountain Dew DEWmocracy está em sua nova fase.
Depois de seus "fãs", forma como a marca se refere aos seus consumidores, decidiram os novos sabores,
escolheram o nome de cada versão,


O briefing, "entregue" para todas aqueles que se identificam com a marca, é para criar e produzir um filme de 12 segundos para Mountain Dew. Depois de produzir, basta postar no site e torcer para ser um dos mais votados.
O ponto que está gerando discussão é que "aqueles que se identificam com a marca" podem ser consumidores, qualquer agência ou produtoras de vídeos profissionais.
O projeto é vencedor justamente por ter a participação ativa de seus consumidores na concepção do produto. Agora iniciam as reações do mercado publicitário para defender suas contas na área de criação publicitária. Segundo o site PSFK, a marca afirma que este projeto não irá afetar o relacionamento com a BBDO, que está envolvida no processo desde o início.
Vamos ver se o "crowdsourcing" em campanhas publicitárias será apenas mais um experimento de uma marca ou se tornará uma realidade... (duvido).
Depois de seus "fãs", forma como a marca se refere aos seus consumidores, decidiram os novos sabores,
escolheram o nome de cada versão,

definiram suas cores e desenharam suas embalagens,

agora eles vão escolher que vai criar sua nova campanha de comunicação.
O briefing, "entregue" para todas aqueles que se identificam com a marca, é para criar e produzir um filme de 12 segundos para Mountain Dew. Depois de produzir, basta postar no site e torcer para ser um dos mais votados.O ponto que está gerando discussão é que "aqueles que se identificam com a marca" podem ser consumidores, qualquer agência ou produtoras de vídeos profissionais.
O projeto é vencedor justamente por ter a participação ativa de seus consumidores na concepção do produto. Agora iniciam as reações do mercado publicitário para defender suas contas na área de criação publicitária. Segundo o site PSFK, a marca afirma que este projeto não irá afetar o relacionamento com a BBDO, que está envolvida no processo desde o início.
Vamos ver se o "crowdsourcing" em campanhas publicitárias será apenas mais um experimento de uma marca ou se tornará uma realidade... (duvido).
segunda-feira, novembro 02, 2009
Por dentro d'Os Gemeos
Um dos grandes méritos da exposição Vertigem foi conseguir manter o contraste das ruas com o ambiente protegido do Museu de Arte Moderna na FAAP.
A obra d'Os Gemeos não deixa ninguém impassível. Além de admirar suas instalações e grafites, não pude deixar de perceber as diferentes reações que a arte d'Os Gemeos provocava em todos que estavam a minha volta.

Encontrei os criativos da Future que, com certeza, estavam ali em busca de inspiração e referências. Seus comentários giravam em torno dos detalhes de produção, a técnica utilizada, o traço, a luz e a sombra de cada peça.
Já as crianças interagiam com as instalações, entravam no mundo abstrato através do toque, do visual e dos sons que algumas delas emitiam. Ok, os criativos se sentiram um pouco crianças também...
Uma das instalações era uma casa "completa" de um morador de rua. Com uma cama, um sofá, uma geladeira, água corrente na bica da pia, uma gaiola cheia de passarinhos e na TV um vídeo retratando um pouco da loucura das ruas. O ambiente era todo escuro e a música "Mad World" de Michael Andrews, dava o tom do que estavamos sentindo.

Depois de ter mergulhado no mundo sombrio das ruas, saio da casa e ouço "It's a Small World" da Disney?! Era uma menina tocando no teclado desta outra instalação. Constraste maior, impossível.

Fui na exposição querendo colocar um pouco de arte na cabeça de meus filhos e saí impregnado pela mistura bem feita de realidade e ficção dos irmãos.
A obra d'Os Gemeos não deixa ninguém impassível. Além de admirar suas instalações e grafites, não pude deixar de perceber as diferentes reações que a arte d'Os Gemeos provocava em todos que estavam a minha volta.

Encontrei os criativos da Future que, com certeza, estavam ali em busca de inspiração e referências. Seus comentários giravam em torno dos detalhes de produção, a técnica utilizada, o traço, a luz e a sombra de cada peça.
Já as crianças interagiam com as instalações, entravam no mundo abstrato através do toque, do visual e dos sons que algumas delas emitiam. Ok, os criativos se sentiram um pouco crianças também...
Uma das instalações era uma casa "completa" de um morador de rua. Com uma cama, um sofá, uma geladeira, água corrente na bica da pia, uma gaiola cheia de passarinhos e na TV um vídeo retratando um pouco da loucura das ruas. O ambiente era todo escuro e a música "Mad World" de Michael Andrews, dava o tom do que estavamos sentindo.
Depois de ter mergulhado no mundo sombrio das ruas, saio da casa e ouço "It's a Small World" da Disney?! Era uma menina tocando no teclado desta outra instalação. Constraste maior, impossível.

Fui na exposição querendo colocar um pouco de arte na cabeça de meus filhos e saí impregnado pela mistura bem feita de realidade e ficção dos irmãos.
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